13 de setembro de 2013

tempo.


Doze dias, quatro horas e cinquenta e seis minutos que já lá vão, desde que acabou...
Se calhar nem todos os textos deviam ser piedosos e temerosos, nem com a grande dor que sinto, na realidade até passamos bons momentos, fomos grandes companheiros, rimos de coisas tristes e discutimos por coisas estúpidas, mas a verdade é que não vivíamos um sem o outro.
Tenho saudades, de gozares comigo por ser distraída, saudades de pousares os olhos em mim, assim, sem palavras, simplesmente só o teu olhar meigo.
Eu sei que vou ter de viver sem ti e que o consigo, como é óbvio. Estamos numa altura em que o amor morre, quando já ninguém morre de amor não é verdade? E lá está, eu vou conseguir viver sem ti, mas não queria.
Bem, o tempo. É tudo o que nos resta, se não nos resta mais nada.

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